quarta-feira, 18 de março de 2015

João Lisboa lidera ranking de dengue e audiência pública debaterá problema

Por Gil Carvalho
João Lisboa – De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, a cidade de João Lisboa, 10 km de Imperatriz, é um dos oito municípios maranhenses que apresenta elevado risco de acontecer uma epidemia de dengue, doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti. Preocupado com o grave problema, o vereador Raimundo Soares Neto (PROS), o Nego da Edna, propôs à mesa diretora a realização de uma audiência pública, prevista para ser realizada na próxima segunda-feira, 23, às 9h30, no plenário Raimundo Lima Nunes, do Palácio José Alves de Carvalho. Segundo ele, é preciso envolver todos os segmentos comunitários e poder público no sentido de realizar uma “força-tarefa” de combate ao mosquito da dengue, caso contrário poderão surgir novos casos da doença, inclusive com registro de óbito. “Estamos em alerta vermelho, conforme o Ministério da Saúde, e não podemos ficar de braços cruzados, pois queremos conclamar toda sociedade para participar dessa audiência pública”, convidou. O Cidade Nova está entre os bairros mais afetados pela epidemia em João Lisboa, devido a grande quantidade de terrenos baldios e o lixo espalhado e não armazenado corretamente. Qualquer objeto que possa acumular água pode virar um foco da dengue. “É preciso conscientizar os moradores, sendo necessária uma ampla campanha através dos meios de comunicação”, defendeu. Nego da Edna assinala que foram convidados a participar da audiência pública a coordenadora regional do setor de Endemias, Iracilda Viana; os secretários municipais Cleonaldo Diniz (Saúde); Davison Sormani (Educação); Júnior Madeira (Infraestrutura); Edna Maria (Assistência Social); Poliano Bispo (Esportes), de Cultura (Ricardo Leal); o padre Moisés Dias; o pastor Luís Nunes e o prefeito Jairo Madeira. Também foram convidados os representantes do Ministério Público, comarca de João Lisboa, diretores de escolas, do conselho tutelar, sindicatos, comerciantes e donos de bares. “Essa ação preventiva necessita ser colocada em prática o mais rápido possível”, concluiu.

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